sábado, 7 de fevereiro de 2009

Na Aridez do Vento

Na aridez do ventre!


Artérias se fechando e o tecido morrendo..
Enquanto a dor que me toma me mata lento.
Como a dor que sucumbe à laje.Não tenho tempo.
Oprime e na opressão me sobra o tormento!

E nessa ânsia sepulcral. O Espectro da Morte
Me cerca e pune... Ameaçando minha sorte
Sangra a navalha um cirúrgico corte
E essa dor me torna cada vez mais forte!


E eu não morro de vez. Essa dor me consome lento.
Pois até mesmo o mais bruto dos homens,
Ao amar. E perder-se. Há também de sofrer
E deixar-se morrer como areia ao vento!


De boer & Bovary

4 comentários:

"A Moça que Sonha: A Louca." disse...

Eu gosto demais dessa poesia.
Soube que os criadores desta dádiva são doi gatinhos...

=D

Giu Missel disse...

rsrsrs...


adorei, é claro.

Alexandre Spinelli disse...

Muito bem... o final, principalmente, me pegou...
Abraço

Boris disse...

eita dois gatinhos!
hummmmmmmmmmmmmmm

auahauuahhu
nem preciso comentar o poema... parceria boa demais!