A vida do filho ainda segurava seus pés na escada
Na corda descansava o peso insuportável de sua desgraça
E não havia amor que desfizesse o nó na garganta.
.
André Ulle
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terça-feira, 8 de setembro de 2009
quarta-feira, 11 de março de 2009
"Santa Ceia"
Que eu provei o vinho doce
Me embriaguei de álcool,
De mim
Bebi da minha saliva
Cuspi diariamente teu sangue
Que também me vazava pelos poros
Do teu chão arranquei meus joelhos
Sai da aridez da tua terra
E me lancei no mar
Desconhecido
Liberta(dor)
Chorei meu sal
Das inundações das minhas trompas
Da saída a entrada
De toda água que consumia
Filtrando
O mar
E nadei,
Nadei.
Por onde eu quis
Pros mesmos lugares
Até os braços
Cansarem e me deixarem
Comendo o sal
Das minhas lágrimas.
E
Sem mais forças
Com pulmão salubre
Regurgitei mais sal
Imergi em meu mar
Acordei na praia
Na mesma superfície arenosa
Caminhei de joelhos novamente.
E pra aliviar os meus pulmões
Do fogo do pecado.
Bebi do teu sangue
que agora me era inflamável
E vieste de braços abertos
, quando engoli teu pão,
E te senti descendo na garganta
Por inteiro
Carne, sangue, unhas e pêlos.
André Ulle
Me embriaguei de álcool,
De mim
Bebi da minha saliva
Cuspi diariamente teu sangue
Que também me vazava pelos poros
Do teu chão arranquei meus joelhos
Sai da aridez da tua terra
E me lancei no mar
Desconhecido
Liberta(dor)
Chorei meu sal
Das inundações das minhas trompas
Da saída a entrada
De toda água que consumia
Filtrando
O mar
E nadei,
Nadei.
Por onde eu quis
Pros mesmos lugares
Até os braços
Cansarem e me deixarem
Comendo o sal
Das minhas lágrimas.
E
Sem mais forças
Com pulmão salubre
Regurgitei mais sal
Imergi em meu mar
Acordei na praia
Na mesma superfície arenosa
Caminhei de joelhos novamente.
E pra aliviar os meus pulmões
Do fogo do pecado.
Bebi do teu sangue
que agora me era inflamável
E vieste de braços abertos
, quando engoli teu pão,
E te senti descendo na garganta
Por inteiro
Carne, sangue, unhas e pêlos.
André Ulle
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