terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Prosa sem nome

Vou seguir em frente, Tereza. Te apagar, esquecer o seu nome. Tanta sede, tanta fome. Estava a ponto de morrer. E pra que, Tereza? Pra nada! Mendiguei tanto o carinho teu, que na minha fala só tem carência. Estás tão presa em sua demência? Não enxerga nada além? E volta agora vociferando mil palavras duras. Pois que seja, nada dura. Vou me embora sem você. Adeus, Tereza. Boa sorte no viver.

Onzemesmo.

7 comentários:

Alexandre Spinelli disse...

Palavras duras... pobre Tereza... rs
Abraço!

Tâmara dos Rabellos disse...

Os homens e suas Terezas, Amélias, Marias...
Muito bom o texto

Maraísa disse...

Sentido...
Tereza insana.

Giu Missel disse...

Gosto deste, pelo significado, referência e sonoridade.

CADO - MAPA DOS MEUS DIAS disse...

gostei. não em especial. soou como um recorte de alguma coisa mais legal do que ele, isoladamente.

Giu Missel disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Giu Missel disse...

O Zé disse que faltava outra parte.
Publiquei conforme estava postado no barraco.
rs

^^